terça-feira, 11 de agosto de 2015


Não se morre de amor! 


Porque morto, nada sente... 


Eu não morri, vivo.


Sinto cada uma das lembranças vívidas,


ardendo repetidamente,


como se ardessem hoje.


Ocorre-me como aos suicidas...

A mente repete as cenas incansavelmente,

sempre iguais, como se em alguma das vezes,

houvesse um possível final diferente... 

De tanto dar errado, aprenderia a dar certo,  

por cansaço ou mutação, terminaria diferente!

Esse é o meu jeito de permanecer vivo!


08/08/15

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