Não se morre de amor!
Porque morto, nada sente...
Eu não morri, vivo.
Sinto cada uma das lembranças vívidas,
ardendo repetidamente,
como se ardessem hoje.
Ocorre-me como aos suicidas...
A mente repete as cenas incansavelmente,
sempre iguais, como se
em alguma das vezes,
houvesse um possível
final diferente...
De tanto dar errado,
aprenderia a dar certo,
por cansaço ou mutação,
terminaria diferente!
Esse é o meu jeito de
permanecer vivo!
08/08/15

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