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sexta-feira, 15 de janeiro de 2016


OS DEZ LADRÕES DA SUA ENERGIA



1. Afaste-se daquelas pessoas que só chegam para compartilhar queixas, problemas, histórias desastrosas, medo e julgamento dos outros. Se alguém procura uma lata
para jogar o lixo que tem dentro, que não seja na sua mente.

2. Pague as suas contas a tempo. Ao mesmo tempo, cobre aqueles que te devem
ou escolha deixar para lá, se você já percebeu que é impossível receber.

3. Cumpra as suas promessas. Se você não cumpriu alguma, pergunte-se o porquê desta resistência. Sempre você tem o direito de mudar de opinião, de se
desculpar, de compensar, de renegociar e de oferecer outra alternativa
diante de uma promessa não cumprida, mesmo que já um costume.
A forma mais fácil de evitar o não cumprimento de algo que você não quer fazer é dizer “NÃO” desde o começo.

4. Elimine, dentro do possível, e delegue aquelas tarefas que você
prefere não fazer, dedicando o seu tempo àquilo que, sim, você desfruta fazer.

5. Dê permissão a você mesmo para um descanso, quando você
estiver em um momento que o necessite e dê permissão a você mesmo para
agir quando estiver em um momento de oportunidade.

6. Jogue fora, recolha e organize… nada te tira mais energia que um espaço
desordenado e cheio de coisas do passado que você já não necessita.

7. Dê prioridade à sua saúde, sem a máquina do corpo trabalhando ao
máximo, você não pode fazer muito. Tome tempo para perceber o que seu
corpo está te dizendo.

8. Enfrente as situações tóxicas que você está tolerando, desde resgatar um amigo ou um familiar, até tolerar ações negativas de um companheiro ou um grupo. Tome a ação necessária.
9. Aceite. Não é resignação, mas nada te faz perder mais energia que o
resistir e brigar contra uma situação que você não pode mudar.

10. Perdoe… deixe ir uma situação que está te causando dor… você sempre pode escolher deixar ir a dor da recordação.
Dalai Lama.


sexta-feira, 18 de dezembro de 2015


"Jamais se esqueça de ter respeito por si próprio."

Dalai Lama

terça-feira, 1 de dezembro de 2015



MAIS DURAS PALAVRAS DO DALAI LAMA SOBRE A LAVAGEM CEREBRAL EM MASSA DA SOCIEDADE


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O 14º Dalai Lama do Tibete está sempre ganhando muita atenção, e por boas razões. Mais recentemente, ele disse ao mundo que simplesmente orar não é a resposta para o incidente que ocorreu em Paris, bem como outras atrocidades parecidas que parecem acontecer em todo o globo.
Ele afirmou que os seres humanos criaram este problema, e agora estamos pedindo a Deus para resolvê-lo, o que não faz sentido. Se criamos esta confusão, deveríamos ser os únicos a resolvê-la, não Deus. Seu comentário se tornou viral e ressoou e tantas pessoas ao redor do mundo que percebem que a ação em uma escala de massa é necessária neste momento para mudar a direção do nosso planeta.
Não parando por aí, Dalai Lama publicou esta semana em seu site, um fantástico texto sobre a lavagem cerebral em massa dos seres humanos. Abaixo segue a tradução desse texto para sairmos da caixinha de uma vez por todas.




“Claro, a guerra e os grandes estabelecimentos militares são as maiores fontes de violência no mundo. Se o seu objetivo é defensivo ou ofensivo, estas vastas organizações poderosas existem apenas para matar seres humanos. Devemos pensar cuidadosamente sobre a realidade da guerra. A maioria de nós foram condicionados a considerar o combate militar como excitante e glamouroso – uma oportunidade para os homens provarem sua competência e coragem. Desde que exércitos são legais, nós sentimos que a guerra é aceitável; em geral,ninguém sente que a guerra é criminosa ou que a aceitação é atitude criminosa. Na verdade, temos sofrido uma lavagem cerebral. Guerra não é nem glamourosa nem atraente. É monstruosa. Sua própria natureza, são tragédias e sofrimentos.
A guerra é como um fogo na comunidade humana, cujo combustível são seres vivos. Acho essa analogia especialmente adequada e útil. A guerra moderna travada principalmente com diferentes formas de fogo, mas estamos tão condicionados a vê-la como emocionante que falamos sobre esta ou aquela arma maravilhosa como uma parte notável da tecnologia sem nos lembrar de que, se ela realmente é usada, ele vai exterminar pessoas vivas. Guerra também se parece muito com um incêndio na forma como ele se espalha. Se uma área fica fraca, o oficial comandante envia reforços. Isto está jogando as pessoas a viverem em um incêndio. Mas porque temos sofrido uma lavagem cerebral para pensar desta maneira, nós não consideramos o sofrimento dos soldados individuais. Nenhum soldado quer ser ferido ou morrer. Nenhum de seus entes queridos quer que sofra alguma dano. Se um soldado é morto, ou mutilado, pelo menos mais cinco ou dez pessoas – seus parentes e amigos – sofrem também. Todos nós devemos estar horrorizados com a extensão dessa tragédia, mas estamos muito confusos.
Francamente quando criança, eu também fui atraído para o militar. Seu uniforme parecia tão inteligente e bonito. Mas isso é exatamente como a sedução começa. Crianças começam a jogar jogos que um dia vão levá-los a apuros. Há uma abundância de jogos emocionantes para jogar e figurinos para vestir além desses baseados na matança de seres humanos. Mais uma vez, se nós, como adultos não estivéssemos tão fascinados pela guerra, devemos ver claramente que permitir que nossos filhos se tornem habituados a jogos de guerra é extremamente lamentável. Alguns ex-soldados disseram que quando atiraram na primeira pessoa se sentiram desconfortáveis, mas como eles continuaram a matar, eles começaram a se sentir bastante normal. Com o tempo, nós podemos nos acostumar com qualquer coisa.
Não é apenas em tempos de guerra que os estabelecimentos militares são destrutivos. Pela sua própria concepção, eles foram os maiores violadores dos direitos humanos individuais, e são os próprios soldados que sofrem mais consistente seu abuso. Depois que o oficial encarregado der belas explicações sobre a importância do exército, a sua disciplina e a necessidade de conquistar o inimigo, os direitos da grande massa de soldados são inteiramente retirados. Em seguida, são obrigados a perder a sua vontade individual, e, no final, a sacrificar suas vidas. Além disso, uma vez que um exército se tornar uma força poderosa, há todos os riscos que ele vai destruir a felicidade de seu próprio país.

Há pessoas com intenções destrutivas em cada sociedade, e a tentação de ganhar o comando de uma organização capaz de cumprir os seus desejos pode tornar-se irresistível. Mas não importa o quão maléfico ou mal são os muitos ditadores assassinos que atualmente oprimem suas nações e causam problemas internacionais, é óbvio que eles não podem prejudicar os outros ou destruir inúmeras vidas humanas, se eles não tivessem uma organização militar aceita e tolerada pela sociedade. Enquanto há exércitos poderosos sempre haverá perigo de ditadura. Se nós realmente acreditamos que a ditadura é uma forma desprezível e destrutiva de governo, então temos de reconhecer que a existência de um poderoso arsenal militar é uma das suas principais causas.

Militarismo é também muito caro. A força militar coloca um fardo tremendo de desperdício na sociedade. Os governos gastam enormes somas em armas cada vez mais sofisticadas quando, na verdade, ninguém quer realmente usá-las. Não só dinheiro, mas também energia valiosa e inteligência humana são desperdiçados, enquanto tudo o que aumenta é o medo.

Quero deixar claro, porém, que embora seja profundamente contra à guerra, eu não estou defendendo o apaziguamento. Muitas vezes é necessário tomar uma posição forte para combater uma injusta agressão. Por exemplo, é evidente para todos nós que a Segunda Guerra Mundial foi justificada. Isso “salvou a civilização” da tirania da Alemanha nazista, como Winston Churchill tão bem colocou.


Em minha opinião, a Guerra da Coréia também foi justa, uma vez que deu a Coreia do Sul a chance de desenvolver gradualmente a democracia. Mas só podemos julgar se um conflito foi justificado por razões morais com retrospectiva. Por exemplo, podemos ver agora que durante a Guerra Fria, o princípio da dissuasão nuclear teve um certo valor. No entanto, é muito difícil de avaliar tais matérias com qualquer grau de precisão. A guerra é violência e violência é imprevisível. Portanto, é melhor evitá-la, se possível, e nunca presumir que sabemos de antemão se o resultado de uma guerra particular será benéfico ou não.
Na melhor das hipóteses, a construção de armas para manter a paz serve apenas como uma medida temporária. Enquanto os adversários não confiam uns nos outros, qualquer número de fatores pode afetar o equilíbrio de poder. A paz duradoura pode ser garantida apenas com base na confiança genuína.“
 http://yogui.co/mais-duras-palavras-do-dalai-lama-sobre-a-lavagem-cerebral-em-massa-da-sociedade/

sexta-feira, 20 de novembro de 2015


POR QUÊ DALAI LAMA DISSE PARA NÃO FICARMOS SIMPLESMENTE ORANDO PARA AS VÍTIMAS DO ATENTATO EM PARIS ?


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Em entrevista ao jornal alemão Deutsche Welle, Dalai Lamasurpreendeu a todos que imaginavam que ele diria para orarmos para as vítimas do atentado de Paris.
Mas não foi isso que fez, o líder budista tocou diretamente noponto, sem passar a mão na cabeça.
Veja o Trecho da Entrevista!
“Nós não podemos resolver este problema apenas através de orações”, disse o líder espiritual. “Eu sou um budista e eu acredito na oração. Mas os seres humanos criaram este problema, e agora estamos pedindo a Deus para resolvê-lo. É ilógico. Deus diria, resolva-o sozinho, porque você o criou, em primeiro lugar. “
“Precisamos de uma abordagem sistemática para fomentar valores humanistas, de unidade e harmonia. Se começarmos a fazer isso agora, há esperança de que este século seja diferente da anterior. É do interesse de todos. Por isso, vamos trabalhar para a paz dentro das nossas famílias e da sociedade, e não esperar a ajuda de Deus, Buda ou dos governos.“
“Além disso, os problemas que estamos enfrentando hoje são o resultado de diferenças superficiais sobre crenças religiosas e nacionalidades. Nossos problemas irão aumentar se nós não colocamos o princípios morais acima do dinheiro. A moralidade é importante para todos, incluindo as pessoas religiosas e políticos.

“Somos um só Povo!”




Postamos esta semana, justamente um texto de Krishnamurti sobre os motivos das guerras que vai ao encontro  desta entrevista do Dalai Lama. Vale a pena conferir, o texto é um grande expansor da consciência.

QUAL A CAUSA DA GUERRA – SEJA RELIGIOSA, POLÍTICA OU ECONÔMICA?

paz

A guerra é uma manifestação exterior do nosso estado interior, uma ampliação das nossas ações. Ela é a mais espetacular, mais sanguinolenta, mais devastadora, mas é o resultado coletivo das nossas ações individuais.
Você e eu somos responsáveis pela guerra. É óbvio que ela não pode ser sustada por você nem por mim, porque já está acontecendo; há interesses consideráveis, e todos já estão empenhados em defendê-los.
Mas você e eu, vendo a casa arder, podemos entender a causa do incêndio, nos afastar e construir outra casa, com materiais diferentes, não-inflamáveis. Isso é tudo o que podemos fazer: ver o que determina a guerra e, se estivermos interessados em acabar com ela, começar a transformação em nós mesmos.
Há alguns anos fui procurado por uma senhora americana. Ela contou que perdeu um filho na Itália e desejava salvar o outro filho, de dezesseis anos. Sugeri que, para salvar o filho, ela deixasse de ser americana: deixasse de ser ambiciosa, de acumular riqueza, de desejar poder. Que se tornasse moralmente simples, não só em relação a roupas, a coisas exteriores, mas simples nos pensamentos e sentimentos, simples nas relações. Ela respondeu: “O senhor está pedindo o impossível. Isso eu não posso fazer. As circunstâncias são muito poderosas, eu não posso alterá-las.”
As circunstâncias podem ser controladas, porque nós criamos as circunstâncias. A sociedade é produto das relações, suas e minhas, conjuntamente.

Se mudarmos as relações, a sociedade mudará.

Se contarmos só com a legislação para transformar a sociedade (enquanto no íntimo continuamos corruptos, ambicionando poder, posição, autoridade), causaremos destruição no mundo exterior, por mais caprichosa e cientificamente que ele tenha sido construído. O interior sempre supera o exterior.

O que causa a guerra – seja religiosa, política ou econômica?


Sem dúvida, é a crença;

A crença no nacionalismo, numa ideologia, num dogma. Se, em vez de crença, houvesse boa vontade, amor e consideração, não haveria guerra. Mas nós nos alimentamos de crenças e dogmas; nós fomentamos o descontentamento.
É claro que a causa da guerra é o desejo de poder, prestígio, dinheiro. É também a doença chamada nacionalismo (o culto de uma bandeira) e a doença da religião organizada (o culto de um dogma). Tudo isso produz uma sociedade fadada à destruição. Portanto, tudo depende de você, não dos estadistas. Tudo depende de você e de mim, mas parece que não percebemos isso.
Se chegássemos a nos sentir verdadeiramente responsáveis por nossas ações, com que rapidez acabaríamos com todas as guerras! Mas somos indiferentes.
Fazemos três refeições por dia, temos nossos empregos, nossos depósitos no banco, e dizemos: “Pelo amor de Deus, não venha me perturbar, deixe-me em paz!” Quanto mais alto estamos, mais queremos segurança e tranqüilidade, mais queremos que as coisas fiquem como estão.
Mas as coisas não podem ser mantidas como estão, porque não há nada para manter. Tudo está se desintegrando. E não queremos encarar isso.

Para termos paz, temos que ser pacíficos


Nós podemos falar sobre paz, fazer conferências, sentar para discutir; interiormente, porém, somos impulsionados pela ambição. Fazemos intrigas, somos nacionalistas, escravos de dogmas pelos quais estamos dispostos a nos destruir uns aos outros.
Como esses homens – você e eu – podem ter paz? Para termos paz, temos que ser pacíficos. Viver pacificamente significa não criar antagonismo. A paz não é  um ideal. Um ideal é simplesmente uma fuga, uma maneira de evitar aquilo que é.
Para ter paz devemos amar, devemos começar a viver. Não uma vida ideal, mas viver as coisas como são, agindo sobre elas, transformando-as. Enquanto cada um procurar segurança psicológica, a segurança física de que necessitamos (alimento, roupa, moradia) será destruída.
Para pôr fim a todas as guerras é necessária uma revolução no indivíduo, em você e em mim. Sem essa revolução interior, a revolução econômica não terá significação, porque a fome é resultado de um desajuste de condições econômicas produzido por estados psicológicos: inveja, ambição, ganância.

Revolução Psicológica


Para acabar com o sofrimento, a fome e a guerra é necessária uma revolução psicológica, mas poucos têm disposição para isso. Estamos dispostos a conversar sobre paz, planejar leis, criar entidades, mas não estamos realmente dispostos a obter a paz, porque não queremos renunciar ao poder, às propriedades, às nossas vidas estúpidas.
Contar com os outros é inútil. Nenhum líder trará paz, nenhum governo, nenhum exército. O que trará a paz é uma transformação interior, que levará à ação exterior. E transformação interior não significa isolamento, retraimento da ação. Pelo contrário; só pode haver ação correta quando há um pensar correto, quando há autoconhecimento. Sem autoconhecimento não há paz.

Para acabar com a guerra exterior, temos que acabar com a guerra dentro de nós.

Alguns de vocês vão balançar a cabeça e dizer: “É isso mesmo” – e depois vão sair para fazer exatamente a mesma coisa que vêm fazendo há dez ou vinte anos.
Seu assentimento é apenas verbal, sem sentido; as misérias do mundo não acabam por causa de um assentimento ocasional. Elas só vão acabar se você compreender a sua responsabilidade, se não deixar a tarefa para outra pessoa. Se você reconhecer a necessidade de uma ação imediata, então terá que se transformar. A paz só virá quando você for pacífico.

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Dalai Lama



Acredito que para enfrentar os desafios do nosso tempo, os seres humanos terão de desenvolver um maior sentido de responsabilidade universal. Cada um de nós deve aprender a trabalhar não apenas para si próprio, para a própria família ou a própria nação , mas para o benefício de toda a humanidade. A responsabilidade universal é a chave para a sobrevivência humana, é a base para a paz mundial




quarta-feira, 16 de setembro de 2015




Sol



Uma pessoa não é a terra nem a água;
Nem o vento ou o espaço.
Também não é a sua consciência,
muito menos o conjunto de consciências;
Mas, fora estes atributos, o que é o indivíduo?

Dalai Lama



Creio que a pessoa que teve mais experiência de privações consegue enfrentar problemas com mais firmeza que a pessoa que nunca passou por sofrimento. Portanto, visto por esse ângulo, um pouco de sofrimento pode ser uma boa lição para a vida.

Dalai Lama







Florescer no Amor

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Quando dizemos "eu amo os membros da minha própria família, as pessoas da minha própria religião ou país ou cor" a tendenciosidade limita nossa afeição. Mas com a prática adequada, de um nível comum de afeto, podemos desenvolver um amor universal imparcial, em que nós não nos importamos como é a fé de outras pessoas , a sua nacionalidade ou status social - desde que eles são seres humanos, eles são a nossos irmãos e irmãs.

quarta-feira, 19 de agosto de 2015


"Cultivar estados mentais positivos como a generosidade e a compaixão decididamente conduz a melhor saúde mental e a felicidade."
Dalai Lama

sexta-feira, 31 de julho de 2015



"Como qualquer outra pessoa, eu também tenho raiva de mim. No entanto, tento lembrar que a raiva é uma emoção destrutiva. Lembro-me que os cientistas dizem, agora, que a raiva é ruim para a nossa saúde; ela come nosso sistema imunológico. Assim, a raiva destrói nossa paz de espírito e nossa saúde física. Não devemos acolhê-la ou pensar nela como algo natural ou como um amiga.