Biblioteca Virtual da Antroposofia
A MANIPULAÇÃO EM MASSA DA PSIQUE
“A manipulação em massa da psique do público pelos anunciantes, para alimentar a ganância e a vaidade das empresas para as quais trabalham, usando a mentira, revela um distanciamento cínico do reino das relações verdadeiras, que é ponto por ponto tão destrutivo e interesseiro como qualquer coisa feita pelo serviço de propaganda dos governos totalitários. Com a utilização hábil de imagens e símbolos que agradam às feridas de seus companheiros humanos, esses charlatães chacoalharam as contas e agitam as penas do praticante de magia negra, o feiticeiro do mal, o bruxo do ritual vudu.”
Rei Guerreiro Mago Amante -A redescoberta dos arquétipos do masculino – Robert Moore e David Gillette
“O fato, nos dias atuais, é que este poder mágico se degenerou ao nível do entretenimento barato e manipulação, o que é, eu penso, uma tragédia. Atualmente quem usa o xamanismo e magia para dar forma a nossa cultura são os publicitários. O xamanismo ao invés de ser usado para despertar as pessoas é usado para torná-las manipuláveis”
Alan Moore
“Às vezes se tem que lidar com inimigos ocultos, influências impalpáveis que se ocultam nos mais obscuros recantos. De seu esconderijo, procuram sugestionar as pessoas. Nestes casos, é necessário persegui-los até os seus esconderijos mais secretos, para que se possa, então, identificar a natureza das influências em questão. Essa é a tarefa dos sacerdotes. Eliminá-las é o encargo dos magos. O caráter anônimo dessa conspiração exige um empenho especialmente vigoroso e incansável que, porém, encontrará ampla recompensa. Pois uma vez trazidas à luz e identificadas, essas influências furtivas perdem seu poder sobre as pessoas.”
I Ching – O Livro das Mutações
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VIGILÂNCIA
“Se estivermos vigilantes, não passará um só dia sem que aconteça um milagre em nossa vida. Podemos inverter esta proposição, dizendo que, caso não nos aconteça um milagre em qualquer dia de nossa vida, será simplesmente porque o teremos perdido de vista.”
Rudolf Steiner
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O JARDIM DA INFÂNCIA E O AMBIENTE FAMILIAR
“Hoje, muitos pais precisam estar ausentes pela luta diária da vida moderna. Se a criança fica em casa com seus avós ou com alguém responsável por ela, não há uma representação ideal de ambiente familiar. Ela fica submetida aos desejos de quem as cuida, com pouca liberdade de expressão e muita vida eletrônica. Em princípio, o grupo de Jardim de Infância – cuja tarefa pedagógica seja de criar para as crianças do primeiro setênio ( 0 a 7 anos) a representação mais próxima de um lar, deve ser uma reprodução da família: uma unidade fechada, com seu ambiente próprio, sob a direção de uma ou duas professoras responsáveis, que denominamos de jardineiras, por um longo período. Este ambiente reveste-se de uma harmonia e importância cada vez maior, garantindo o desenvolvimento das forças formativas da criança, tão normal e sadio quanto possível, para que os pequenos, menores de sete anos, aprendam a conviver entre si, por meio de tarefas diárias encantadoras, que apresentam características rítmicas, que organizam o metabolismo da criança, tanto para pensar, como para sentir e agir no mundo.”
Escola Acolher – Pedagogia Waldorf
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FILHO PREDILETO
Certa vez perguntaram a uma mãe qual era seu filho preferido,
aquele que ela mais amava.
E ela, deixando entrever um sorriso, respondeu:
aquele que ela mais amava.
E ela, deixando entrever um sorriso, respondeu:
“Nada é mais volúvel que um coração de mãe.
E, como mãe, lhe respondo: o filho predileto,
aquele a quem me dedico de corpo e alma…
É o meu filho doente, até que sare.
O que partiu, até que volte.
O que está cansado, até que descanse.
O que está com fome, até que se alimente.
O que está com sede, até que beba.
O que estuda, até que aprenda.
O que está com frio, até que se agasalhe.
O que não trabalha, até que se empregue.
O que namora, até que se case.
O que casa, até que conviva.
O que é pai, até que os crie.
O que prometeu, até que se cumpra.
O que deve, até que pague.
O que chora, até que cale.
E já com o semblante bem distante daquele sorriso, completou:
O que já me deixou…
…até que o reencontre…”
E, como mãe, lhe respondo: o filho predileto,
aquele a quem me dedico de corpo e alma…
É o meu filho doente, até que sare.
O que partiu, até que volte.
O que está cansado, até que descanse.
O que está com fome, até que se alimente.
O que está com sede, até que beba.
O que estuda, até que aprenda.
O que está com frio, até que se agasalhe.
O que não trabalha, até que se empregue.
O que namora, até que se case.
O que casa, até que conviva.
O que é pai, até que os crie.
O que prometeu, até que se cumpra.
O que deve, até que pague.
O que chora, até que cale.
E já com o semblante bem distante daquele sorriso, completou:
O que já me deixou…
…até que o reencontre…”
Erma Bombeck
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Vontade e presença de espírito no caminho de autodesenvolvimento
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