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quinta-feira, 8 de outubro de 2015





Pesquisadores da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, comprovaram, com a ajuda de imagens, que a meditação freqüente, além de propiciar a desidentificaçãocom o “eu” e desconectar as áreas do cérebro relacionadas com o “sonhar acordado” e divagações (que tendem a se focar em temas negativos), também provoca uma diminuição na atividade de áreas cerebrais que têm ligação com transtornos psiquiátricos como o autismo, esquizofrenia, déficit de atenção, ansiedade, hiperatividade e inclusive o acúmulo de placas de beta-amilóide na doença de Alzheimer.
O análise mostrou também que, em geral, quando há meditação, as regiões do cérebro associadas com o controle cognitivo se ativam.
Durante o estudo do professor de psiquiatria Judson Brewer e de sua equipe, os voluntários foram convidados a participar de três tipos diferentes de meditação e ao longo do processo os cientistas puderam examinar a atividade cerebral com imagens de uma ressonância magnética.

sexta-feira, 31 de julho de 2015

 (Foto: Rubens LP)
O universo no fundo da mente

A ciência mostra que, mais do que uma prática de monges solitários, a meditação é uma aliada de gente comum que quer controlar os pensamentos e aumentar qualidades como concentração e produtividade.

“Obrigado por trazer minha vida de volta.” A psicóloga Emma Seppala nunca ressuscitou ninguém, mas é isso que ela costumava ouvir logo depois de coordenar uma pesquisa na Universidade de Stanford sobre os efeitos da meditação em um grupo de veteranos de guerra com estresse pós-traumático. Em um artigo publicado em setembro no Journal of Traumatic Stress, ela relata como os níveis de hipervigilância, ansiedade e todos os outros distúrbios do sargento Brody, da série Homeland, diminuem com a meditação.
Médicos indicam a atividade com frequência cada vez maior. Com persistência, dá para se tornar um buda depois de algumas vidas. Mas nem é preciso esperar tanto assim. Mesmo no curto prazo é possível conseguir resultados como “maior concentração e melhora do humor”, diz a neurologista Melissa Castello Branco... 

quarta-feira, 17 de junho de 2015



Meditação ganha, enfim, 
aval científico


Estudos sérios estão afastando as dúvidas que costumavam pairar sobre a prática e mostram que ela é extremamente eficaz no tratamento do stress e da insônia, pode diminuir o risco de sofrer ataque cardíaco e até melhorar a reação do organismo aos tratamentos contra o câncer.

                        meditação

Não se trata de encarar a meditação como uma panaceia universal, os estudos mostram também que ela tem aplicações bem específicas. Mas, ao contrário de outras terapias alternativas que carecem de comprovação científica, a meditação ganha cada vez mais respaldo de pesquisas realizadas por grandes instituições.


Redução do stress


Meditar é mais repousante do que dormir. Uma pessoa em estado de meditação consome seis vezes menos oxigênio do que quando está dormindo. Mas os efeitos para o cérebro vão mais longe: pessoas que meditam todos os dias há mais de dez anos têm uma diminuição na produção de adrenalina e cortisol, hormônios associados a distúrbios como ansiedade, déficit de atenção e hiperatividade e stress. E experimentam um aumento na produção de endorfinas, ligadas à sensação de felicidade. A mudança na produção de hormônios foi observada por pesquisadores do Davis Center for Mind and Brain da Universidade da Califórnia. Eles analisaram o nível de adrenalina, cortisol e endorfinas antes e depois de um grupo de voluntários meditar. E comprovaram que, quanto mais profundo o estado de relaxamento, menor a produção de hormônios do stress. Este efeito positivo não dura apenas enquanto a pessoa está meditando. Um estudo conduzido pelo Wake Forest Baptist Medical Center, na Carolina do Norte, colocou 15 voluntários para aprender a meditar em quatro aulas de 20 minutos cada. A atividade cerebral foi examinada antes e depois das sessões. Em todos os pesquisados, foi observada uma redução na atividade da amígdala, região do cérebro responsável por regular as emoções. E os níveis de ansiedade caíram 39%. Para quem já está estressado, a meditação funciona como um remédio. Foi o que os Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos descobriram ao analisar 28 enfermeiras do hospital da Universidade do Novo México, 22 delas com sintomas de stress pós-traumático. A metade que realizou duas sessões por semana de alongamento e meditação viram os níveis de cortisol baixar 67%. A outra metade continuou com os mesmos níveis. Resultados parecidos foram observados entre refugiados do Congo, que tiveram que deixar suas terras para escapar da guerra. O grupo que meditou ao longo de um mês viu os sintomas de stress pós-traumático reduzir três vezes mais do que as pessoas que não meditaram – índices parecidos aos já observados entre veteranos americanos das guerras do Vietnã e do Iraque.


Veja na íntegra, muito interessante!

















domingo, 14 de junho de 2015




 Meditação Mahayana.



Somos o que pensamos. Tudo o que somos surge com nossos pensamentos. Com nossos pensamentos, fazemos o nosso mundo.