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sexta-feira, 22 de novembro de 2019
830 | FOTOS, FILMES, OBJETO E CENA | 23/11/18
Na convivência, enfrentamos situações, em que não passamos por elas sozinhos, mas pra cada um dos envolvidos, cada situação deixa uma impressão particular.
A situação pode ser a mesma, mas a experiência é individual, cada um a sente e a entende de maneira diferente. Como se cada um salvasse em sua memória uma foto diferente do mesmo momento, ou gravasse um vídeo totalmente pessoal, exclusivo, que talvez não tenha nada a ver, com os dos demais envolvidos no fato. Pra uma mesma situação, temos fotos e filmes diferentes, a serem revistos e ressentidos de maneiras diferentes.
Cada um sente, vê, revê e ressente de acordo com o seu olhar, que por sua vez, só enxerga tanto quanto o seu entendimento lhe permite compreender, de acordo com o conteúdo pessoal que traz consigo.
Portanto, situações podem ser comuns a todos, a quantos dela participarem, mas os resultados, que podem ser discordantes entre si, obedecem o enfoque que cada indivíduo dá ao acontecimento.
O mesmo se dá, com dois fotógrafos fotografando o mesmo objeto, de ângulos diversos, ou dois cineastas com ideias distintas, capturando a mesma cena. Poderíamos até afirmar, que não se trata do mesmo objeto e nem da mesma cena.
foto | ashely carlon
sexta-feira, 23 de novembro de 2018
830 __ FOTOS, FILMES, OBJETO E CENA __ 23/11/18
Na convivência, enfrentamos situações em que não passamos por elas sozinhos, mas pra cada um dos envolvidos, cada situação deixa uma impressão particular.
A situação pode ser a mesma, mas a experiência é individual, cada um a sente e a entende de maneira diferente. Como se cada um salvasse em sua memória uma foto diferente do mesmo momento, ou gravasse um vídeo totalmente pessoal, exclusivo, que talvez não tenha nada a ver, com os dos demais envolvidos no fato. Pra uma mesma situação, temos fotos e filmes diferentes, a serem revistos e ressentidos de maneiras diferentes.
Cada um sente, vê, revê e ressente de acordo com o seu olhar, que por sua vez, só enxerga tanto quanto o seu entendimento lhe permite compreender, de acordo com o conteúdo pessoal que traz consigo.
Portanto, situações podem ser comuns a todos, a quantos dela participarem, mas os resultados, que podem ser discordantes entre si, obedecem o enfoque que cada indivíduo dá ao acontecimento.
O mesmo se dá, com dois fotógrafos fotografando o mesmo objeto, de ângulos diversos, ou dois cineastas com ideias distintas, capturando a mesma cena. Poderíamos até afirmar, que não se trata do mesmo objeto e nem da mesma cena.
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| arte | ashely carlon |
Na convivência, enfrentamos situações em que não passamos por elas sozinhos, mas pra cada um dos envolvidos, cada situação deixa uma impressão particular.
A situação pode ser a mesma, mas a experiência é individual, cada um a sente e a entende de maneira diferente. Como se cada um salvasse em sua memória uma foto diferente do mesmo momento, ou gravasse um vídeo totalmente pessoal, exclusivo, que talvez não tenha nada a ver, com os dos demais envolvidos no fato. Pra uma mesma situação, temos fotos e filmes diferentes, a serem revistos e ressentidos de maneiras diferentes.
Cada um sente, vê, revê e ressente de acordo com o seu olhar, que por sua vez, só enxerga tanto quanto o seu entendimento lhe permite compreender, de acordo com o conteúdo pessoal que traz consigo.
Portanto, situações podem ser comuns a todos, a quantos dela participarem, mas os resultados, que podem ser discordantes entre si, obedecem o enfoque que cada indivíduo dá ao acontecimento.
O mesmo se dá, com dois fotógrafos fotografando o mesmo objeto, de ângulos diversos, ou dois cineastas com ideias distintas, capturando a mesma cena. Poderíamos até afirmar, que não se trata do mesmo objeto e nem da mesma cena.
quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Título do Filme: "Nise - O Coração da Loucura"
* Estreia: Outubro.
- Ao sair da prisão, a doutora Nise da Silveira volta aos trabalhos num hospital psiquiátrico no subúrbio do Rio de Janeiro e se recusa a empregar o eletrochoque e a lobotomia no tratamento dos esquizofrênicos. Isolada pelos médicos, resta a ela assumir o abandonado Setor de Terapia Ocupacional, onde dá início à uma revolução regida por amor, arte e loucura.
* Estreia: Outubro.
- Ao sair da prisão, a doutora Nise da Silveira volta aos trabalhos num hospital psiquiátrico no subúrbio do Rio de Janeiro e se recusa a empregar o eletrochoque e a lobotomia no tratamento dos esquizofrênicos. Isolada pelos médicos, resta a ela assumir o abandonado Setor de Terapia Ocupacional, onde dá início à uma revolução regida por amor, arte e loucura.
terça-feira, 4 de agosto de 2015
sexta-feira, 10 de julho de 2015
A ciência por trás de “DivertidaMente”
por Paul Ekman
Cinco anos atrás, o escritor e diretor Pete Docter da Pixar chegou até nós para falar sobre uma idéi: um filme que iria retratar como as emoções funcionam dentro da cabeça de uma pessoa e, ao mesmo tempo, como moldam sua vida no relacionamento com outras pessoas. Ele queria mostrar como tudo isso opera na mente de uma menina de 11 anos de idade, atravessando tempos difíceis em sua vida.
Como cientistas que estudaram emoção durante décadas, recebemos a notícia com um enorme prazer. Acabamos trabalhando como consultores científicos para o filme “DivertidaMente” (“Inside Out”), lançado recentemente.
“DivertidaMente” fala sobre como cinco emoções – que são cinco personagens do filme: Raiva, Nojo, Medo, Tristeza e Alegria – lutam pelo controle da mente de uma menina de 11 anos chamada Riley, durante uma tumultuosa mudança de Minnesota para San Francisco. (Sugerimos inicialmente que o filme incluísse toda a gama de emoções estudadas na ciência até o momento, mas Docter rejeitou essa ideia pela simples razão de que a história poderia ter apenas cinco ou seis personagens).
“DivertidaMente” oferece uma nova abordagem para a tristeza. A proposta central é: abrace a tristeza, deixe-a se manifestar, envolva-se pacientemente com as lutas emocionais de um pré-adolescente. A tristeza irá deixar claro aquilo que foi perdido (a infância) e impulsionará a família em direção àquilo que se ganha: as bases de novas identidades, para as crianças e para os pais.
http://equilibrando.me/2015/07/09/a-ciencia-por-tras-de-divertidamente-por-paul-ekman/
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