sábado, 4 de novembro de 2017




FELICIDADE, UMA COISA TENRA
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Uma pequena dose de manhã, algumas à tarde, antes de dormir, outras - pequenas alegrias aleatórias.  Não é necessário que sejam ministradas em intervalos precisos, mas a constância é que vale - pra saber-se importante, respeitado, querido e feliz.  

O que é a felicidade senão, pequenas folhas verdinhas e tenras? ... que juntas e em grande número, fazem uma árvore farfalhar, enfeitada e iluminada de vários tons?

O nascimento das folhinhas é resultado de um trabalho silencioso, de transformação do sol em seiva, pra fazer o milagre acontecer.

Uma bronca de manhã, algumas provocações espaçadas durante o dia, antes de deitar outras grosserias - em doses pequenas de amargura. Não é necessário que sejam ministradas com intervalos certos - a frequência, é que vai invadindo, desgastando e matando a felicidade, até ficarmos distantes dela.

A felicidade é árvore que cresce saudável.

Afofe sua terra, dê-lhe água, sol, retire as ervas daninhas e pragas, sobretudo não lhe arranque as folhas novas!



sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Visão Científica da BONDADE




Como podemos proporcionar o desenvolvimento pleno do cérebro de nossas crianças?



UN VACÍO LAMENTABLE
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Tenía un tubo vertical, que conectaba el punto A a el punto B. 

Era un túnel oscuro y frío, acordando una trinchera abandonada - adonde mucha cosa había acontecido, pero estaba vacía.

Como un intestino impermeable al que es bueno, con paredes no refratárias, sin resonancia a todo el tipo de amor, desde el primero - o de madre y padre - hasta los demás. 

Como no retuvo el amor, nada acumuló, nada tiene, nada distribuyó. Muy triste, lamentable!




acordando = lembrando
retuvo = reteve






UM VAZIO LAMENTÁVEL

Tinha um tubo vertical, que ligava o ponto A ao ponto B.
Era um túnel escuro e frio, lembrando uma trincheira abandonada - onde muita coisa havia acontecido, mas estava vazia.
Como um intestino impermeável ao que é bom, com paredes não refratárias, sem ressonância com todo tipo de amor, desde o primeiro - o de mãe e pai - até os demais.
Como não reteve o amor, nada acumulou, nada tem, nada distribuiu.
Muito triste, lamentável!

quinta-feira, 2 de novembro de 2017



PSI _____________________ 70 - Minhas considerações




Às vezes, aqueles que não conseguem se controlar tentam controlar os outros







As pessoas com pouca ou nenhuma capacidade para controlar seus medos, vazios e frustrações muitas vezes têm a urgente necessidade de controlar os outros para assim construir uma imagem positiva e poderosa de si mesmas. Esta necessidade deriva pouco a pouco do comando excessivo e da construção de um vínculo rígido e sufocante que veta completamente a integridade emocional do outro.
Se pensarmos bem, é surpreendente como a mente humana é capaz de implantar os mecanismos mais sofisticados em momentos de necessidade. Nem todos o fazem da mesma maneira, fica claro; no entanto, a necessidade de controlar tudo e todos aqueles que nos cercam não é mais do que um mecanismo de defesa para lidar com algo que é concebido como uma “ameaça”.

Você tenta controlar os outros? Quer estar ciente de tudo ao seu redor? Não caia em tal sofrimento, porque quem concentra toda a sua atenção nos outros evita o mais importante: controlar a si mesmo.

Ter uma baixa autoestima, grande insegurança, uma autoimagem negativa, incapacidade de gerenciar emoções como a raiva, a tristeza ou a frustração muitas vezes forma esse coquetel letal onde a incerteza psicológica, busca desesperadamente um mau trabalho, um mau recurso.
Diante da incapacidade de controlar e confrontar todas essas dimensões, a pessoa concentra suas energias sobre os que a cercam: “vou controlar os outros para se adequarem ao meu mundo de contrastes, aos meus acidentes geográficos, aos meus buracos negros”.
São comportamentos que, sem dúvida, vemos com muita frequência em certos relacionamentos de casal, e inclusive em muitos ambientes de trabalho. Assim, por exemplo, o gerente inapto tentará controlar todos os seus funcionários para se adequarem à sua política corporativa, fazendo uso e abuso de sua autoridade, mas também conduzindo a própria organização em dinâmicas disfuncionais e improdutivas.

A necessidade de controlar e a falta de autonomia emocional

A necessidade de controlar os outros se manifesta em inúmeros contextos, momentos e situações. Podemos vê-la na mãe ou no pai inseguro que controla seus filhos para que não saiam da “bolha” da casa e permaneçam com eles o maior tempo possível. Também é comum nas relações de amizade em que alguns dos membros aplicam comportamentos controladores, manipuladores e até chantagistas. São perfis que exigem tudo de nós: tempo, apoio emocional e, é claro, obediência.
Se temos em nosso contexto mais próximo alguém com este perfil sabemos que basta “arranhar” um pouco para descobrir que por trás de toda essa pátina de imposições, ameaças e obsessões há uma falta de autonomia emocional. Diante dessa carência, se tornam não apenas “controladores”, mas também “tomadores”. Ou seja, às vezes as pessoas inseguras, com baixa autoestima e pouca capacidade de gerenciar seu mundo emocional procuram ser “nutridas” por um ou vários “doadores”.
Por outro lado, se o indicado não era suficiente, há outra nuance interessante e ilustrativa. Em um estudo de 2009 dos psiquiatras Friese e Hofmann, foi descoberto que as pessoas com pouca capacidade para se autorregularem se deixam levar por reações afetivas do tipo “tudo ou nada”. Ou seja, sua impulsividade, sua ansiedade por serem “nutridas” não admite desculpas, muito menos serão capazes de ver ou simpatizar com as necessidades dos outros.

Quando a pessoa controladora quer algo, ela não pede, exige. Também busca a satisfação imediata, a atenção incondicional e “doadores” que estejam sempre dispostos e predispostos a orbitar em seu universo egocêntrico.

E se sou eu quem precisa controlar os outros?

Temos falado ao longo do artigo em terceira pessoa. No entanto, muitas vezes é necessário fazer um exercício de reflexão em primeira pessoa sobre essas questões e avaliar se, na realidade, somos nós quem temos essa necessidade de controlar aqueles que estão ao nosso redor. Podemos fazê-lo de maneira consciente ou inconsciente, e ainda mais, esse comportamento pode aparecer de um dia para o outro sem que percebamos.
Às vezes, o desencadeante está em nossas dificuldades financeiras, no abandono de nosso parceiro emocional ou mesmo na perda de um ente querido. São instantes vitais onde o vazio se torna corpóreo e sufocante, onde o medo nos aflige e deixamos de tolerar a incerteza. A mente começa a antecipar fatalidades, tudo parece escapar de nossas mãos e, quase sem perceber, começamos a exigir coisas de outras pessoas que, talvez, estejam acima de suas responsabilidades. Caímos no abuso emocional sem percebermos.

O que podemos fazer nesses casos? Propomos refletir sobre as seguintes dimensões:
  • Entenda que controlar os outros não fará com que a situação atual melhore. Dominar as pessoas que amamos é vetar sua liberdade e também é uma tarefa improdutiva. No entanto, o que é útil é aprender a controlar a nós mesmos, porque o problema real nem sempre está no exterior, está no próprio interior.
  • Entenda também que não podemos controlar o futuro ou o que está por vir. No entanto, o que está ao seu alcance é o presente, o que está acontecendo agora. Algo que está sob sua única e exclusiva responsabilidade.
  • Viver é admitir que há mais incertezas do que certezas, é entender que nem tudo pode estar sob nosso controle e que é necessário tolerar também o imprevisível. Para conseguir isso, nada melhor do que trabalhar em nós mesmos, do que investir em nossos próprios pontos fortes, entendendo e gerenciando nossas próprias emoções…

Para concluir, fica claro que poucas dimensões são tão necessárias em nosso crescimento pessoal como o desenvolvimento de um bom autocontrole. Afinal, a pessoa que aplica uma autonomia emocional adequada e um bom controle sobre suas emoções se permite avançar com maior harmonia e integridade, respeitando a si mesma e aos outros.




 70 - Minhas considerações _______________________


A intenção de controlar a tudo e a todos a sua volta, é uma tentativa desesperada de se obter resultados previsíveis, com os quais será mais fácil lidar. 
"Se for preciso passar por cima do outro, por quê não?  Eu sou o mais importante aqui, a opinião do outro não me importa!"  
O controlador tem ego imaturo, como o bebê que não tem consciência do mundo que o cerca, que grita e chora ao sentir fome, frio ou dor.
Às vezes essa pessoa tem - aparentemente - uma boa autoestima, mas se analisarmos mais cuidadosamente, seu comportamento e suas as necessidades escondidas, perceberemos que sua fragilidade é tão grande quanto a sua necessidade de  parecer forte.  Em geral, são pessoas autoritárias e muito críticas a respeito do comportamento alheio, que se julgam ser o  'referencial' de conduta pro resto do mundo.
Normalmente, vêm de lares disfuncionais e aplicam a mesma disfunção nos lares que venham formar.
Saber gerenciar nossos próprios medos, emoções, frustrações, sensação de menos valia e inseguranças,  são indicativos de crescimento pessoal adequado - de um ego maduro. 








TEMOR
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O que antes, era hipótese, virou real - assumiu uma forma corpórea e palpável.

Enquanto esteve no mundos das nuvens/ideias, provocava desconforto, mas ao descer à atmosfera terrestre, ganhou dimensões assustadoras.

Eu posso sentir o seu peso e o seu hálito.  

É um monstro que talvez, eu mesmo tenha criado, alimentado e aprisionado.

Agora, ele se vinga ressentido da clausura, e da indiferença recebida.

É uma questão de vida ou morte, minha ou dele.  É a hora do confronto, não de forças, mas de saber, quem é mais teimoso.

Devo munir-me de armas capazes de deter a sua fúria e que mostrem a ele, quem é que está no comando.











SONS
553









Em primeiro lugar
devo me familiarizar
antes, aos sons guturais
de mim, os mais naturais! 
Depois, aos angelicais
primorosos e profundos
encantando aos ouvidos!

Quereria dedilhar harpas
e de sua madeira, não tirar farpas!

Uso os velhos sinais de fumaça
e visto grossa couraça!

Por enquanto, só bato tambor ...
ainda, me é preciso muito labor!








quarta-feira, 1 de novembro de 2017



TODA MALDADE JÁ ESTÁ CASTIGADA
552








A maldade é sempre maldade, se minha ou sua, consciente ou não, é sempre má.  Tenha ela a aparência de uma garotinha meiga ou de uma velha com nariz verruguento. 

Ser objeto dela ou aplicá-la, tanto faz, é o mesmo sofrer ... a mesma linha de raciocínio, em pontos extremos.

Toda maldade já está castigada, não que eu acredite em 'castigos', mas acredito na lei do retorno. Sofrer uma maldade, dói muito, mas submeter alguém às nossas, é ignorar ao menos uma lei - a de 'ação e reação'.

Tentando entender o que acontece.

Reconheço apenas o que conheço.  Eu a vejo em você, como um defeito.  Sei que a tenho em mim, em grau ou de forma diferente, mas ainda assim é maldade - é má.

Antes de me dar conta disso - de ser portador do mesmo 'defeito' - a minha indignação só faz crescer.

Ao ver, que também trago em meu caráter esse 'mal', a indignação inicial diminui, porque me aposso da minha parcela de maldade, e deixo a sua parte, a que lhe cabe, que fica menor.

Esse é meu exercício diário e de todas as horas: indignar-me comigo mesmo ... e diminuir a indignação que o seu comportamento me causa.

Pra cada dia o seu mal, por hoje - o meu me basta!