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quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

terça-feira, 21 de julho de 2015

     

Quanto mais íntimas são as pessoas na nossa vida, quanto mais a amamos, mais achamos que sabemos o que elas precisam ou como devem ser. O SENTIMENTO de amor é legítimo, mas a ATITUDE de supor que sabemos suas necessidades e como devem viver não é amor, é egoísmo.
É esse egoísmo sutil e difícil de aceitar que nos leva a tecer relações conflituosas. Nós nos amamos neles – é você apaixonado por você no outro. 
Por esse caminho egoísta trafegam o controle, a mágoa, a culpa, o medo e a tristeza que transformam as mais esperançosas relações de amor em brigas, desentendimento e ódio.
Basicamente o que está por traz desse mecanismo emocional é a crença de que a pessoa que amo pode ser aquilo que quero ou a pessoa que amo é a razão da minha felicidade. Nessa perspectiva, tentamos nos realizar no outro. acreditamos mais em quem amamos que em nós próprios.
Para recuperar a crença em si e ser uma pessoa que não faz parte desse sombrio mecanismo emocional é necessário, inicialmente, você descobrir a resposta para a seguinte pergunta: por que transfiro a outrem a minha razão de viver e a minha felicidade?
Uma dica: onde muitos veem um heroísmo delegar ao outro a sua razão de existir e ser feliz, na verdade, existem sentimentos que ao tomar consciência nos envergonharemos.
A grande mágica da vida é acreditar em si mesmo. isso muda tudo.