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quarta-feira, 23 de setembro de 2015




“Quando se diz fumar maconha não faz mal, está se enganando todos os meninos, indiferente da classe” diz Osmar Terra


Na audiência pública da subcomissão de políticas sobre drogas da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, ocorrida no dia 16, o deputado federal Osmar Terra (PMDB-RS) afirmou que a droga é responsável pela maior parte das mortes violentas e é a maior responsável pela morte de jovens no país:
- É uma epidemia de grande escala, que afeta todas as áreas da sociedade. E mais: quando se diz fumar maconha não faz mal, está se enganando todos os meninos, indiferente da classe. A maconha, hoje, é do skunk, tem 10 vezes mais tetraidrocanabinol, a droga que afeta mais áreas do cérebro, produz esquizofrenia em uma escala maior e retardo mental. 
         O parlamentar foi secretário da Saúde do Rio Grande do Sul durante oito anos, tem mestrado em neurociência, preside a subcomissão de políticas sobre drogas e é autor de um projeto de lei que aumenta as penas para traficantes e cria a internação involuntária para dependentes químicos, entre outros pontos. O texto foi aprovado na Câmara em 2013 e está em análise no Senado:

         Osmar Terra apontou outro problema em relação às drogas no país:
         - Temos um movimento no Brasil em favor da liberação de todas as drogas, com adesão de setores da imprensa e artistas. Quando fui secretário de Saúde no Rio Grande do Sul, criei o Programa de Prevenção à Violência e enfrentamento às drogas e nunca tivemos apoio do Ministério da Saúde, onde há setores favoráveis à liberação de todas as drogas. Sei que hoje não mudou muito na aérea da saúde mental  do ministério que usa um discurso muito filosófico e pouco prático.
         O deputado também defendeu a competência do Poder Legislativo para discutir a descriminalização das drogas. Ele criticou o fato de o Supremo Tribunal Federal (STF) “ter avocado para si” a decisão sobre o tema.

         CRACOLÂNDIAS E ILUSÃO DE ÓTICA
         Terra lamentou que todas as cidades brasileiras tenham usuários de crack e cracolândias, nas ruas ou em casas:
-É uma epidemia em grande escala, que a Fiocruz nega existir. Arautos da liberação das drogas dizem que não tem epidemia de crack no Brasil, então o que estamos vendo todos os dias é uma ilusão de ótica.
         O parlamentar afirmou que a droga é o maior problema de segurança e saúde pública do Brasil:
- Ela é responsável pelo recorde de homicídios, suicídios, acidentes e doenças que estavam controladas, infecciosas principalmente, e estão ressurgindo.

http://www.uniad.org.br/interatividade/noticias/item/23573-%E2%80%9Cquando-se-diz-fumar-maconha-n%C3%A3o-faz-mal-est%C3%A1-se-enganando-todos-os-meninos-indiferente-da-classe%E2%80%9D-diz-osmar-terra





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OSMAR TERRA ADVERTE: “MACONHA NÃO É REMÉDIO”




http://www.uniad.org.br/interatividade/noticias/item/23590-osmar-terra-adverte-%E2%80%9Cmaconha-n%C3%A3o-%C3%A9-rem%C3%A9dio%E2%80%9D


domingo, 2 de agosto de 2015

Fumar maconha é 4 vezes mais perigoso para homens

FUMAR MACONHA É 4 VEZES MAIS PERIGOSO PARA HOMENS

É mais provável que homens que consomem cannabis tenham doenças psicológicas

(imagem reprodução)
Fumar maconha é quatro vezes mais perigoso para homens em relação às mulheres, quanto ao risco de desenvolver doenças psicológicas, segundo descoberta de cientistas da Universidade de Iorque. Ao analisar dados do levantamento de crimes britânicos, os pesquisadores reviram estudos epidemiológicos para comparar as diferenças de gênero e perceberam que pessoas do sexo masculino usam duas vezes mais maconha do que o feminino. As informações são do Daily Mail.
Apesar das constatações, não é claro porque o cérebro masculino parece ser mais suscetível aos efeitos da substância. De acordo o líder da pesquisa, Ian Hamilton: "é possível que os serviços de saúde mental e de tratamento de drogas, que têm um número desproporcional de homens, estejam identificando e tratando mais homens com problemas de saúde mental e de maconha combinados”, explicou ele, que acredita na possibilidade de mulheres com dependência na droga não serem identificadas, e portanto, não receberem o atendimento indicado.
O uso da maconha pode ter um efeito relaxante, mas se consumida em grandes quantidades, pode aumentar a ansiedade. Em alguns casos, o usuário tem alucinações, paranóia e delírios.

sábado, 6 de junho de 2015

Robin Murray, médico inglês e um dos maiores pesquisadores de esquizofrenia e psicoses esteve no Brasil, no começo de maio para falar sobre essas doenças desenvolvidas a partir do uso da maconha. A princípio, ele apresentou índices assustadores sobre o desenvolvimento de doenças em consequência do uso da maconha e ressaltou que é muito raro as pesquisas na área da psiquiatria apontarem todas para a mesma direção, porém, isso tem acontecido nos estudos feitos com maconha.
Um dos estudos realizados e apresentados pelo médio mostrou que o risco de desenvolver esquizofrenia é ainda maior quando os usuários começam a fumar aos 15 anos: o número chega a ser de 4 a 5 cinco vezes maior do que em quem começou a fumar na fase adulta. Segundo o médico-psiquiatra Valentim Gentil, oficializar a maconha é abrir uma fábrica de esquizofrênicos. Gentil ainda relata que a maconha aumenta em 310% o risco de esquizofrenia quando consumida uma vez por semana na adolescência.
Um estudo feito por pesquisadores na Holanda reuniu 95 usuários de maconha. Destes 95, 48 eram pacientes com quadro de esquizofrenia e 47 eram pessoas saudáveis mentalmente. Durante seis dias, os voluntários anotavam o que estavam fazendo e como se sentiam, 12 vezes por dia. Os resultados mostraram que os esquizofrênicos eram mais sensíveis do que as pessoas normais aos efeitos da droga, ou seja, seus quadros psicóticos se agravam, alucinações são mais frequentes e o tempo de recuperação e reação a terapias e medicamentos aumenta drasticamente.
Fonte: Jornal de Hoje / Hypescience


Informação muito útil!