quinta-feira, 5 de outubro de 2017



PSI ________________ 65 - Minhas considerações





https://amenteemaravilhosa.com.br/problemas-emocionais-nas-criancas




Problemas emocionais nas crianças: um perigo que precisa de atenção








Todos nós temos em mente que a infância deve ser uma fase feliz. As crianças deveriam passar essa fase da vida sentindo emoções positivas. Não deveria acontecer nada de ruim com elas, não é mesmo? Mas a verdade é que uma série de fatores pode levar a problemas emocionais nas crianças, assim como acontece com os adultos.
O que faz com que algumas crianças tenham esses problemas e outras não? Assim como acontece com as pessoas mais velhas, há uma série de características pessoas e sociais que nos tornam vulneráveis e que podem contribuir com o fato desse mal-estar se tornar prejudicial… Vamos descobrir quais são essas características para poder ajudar nossos pequenos!

“Uma das coisas mais sortudas que podem acontecer na sua vida é ter uma infância feliz.”

-Agatha Christie-


O que torna as crianças vulneráveis aos problemas emocionais?

Em primeiro lugar, não podemos nos esquecer de que as emoções cumprem uma função. Todas as emoções, inclusive as negativas. Por isso, é necessário às vezes nos sentirmos bravos para podermos nos defender de alguma coisa que é injusta. Ou ter medo para poder nos proteger de um perigo. Ou que a tristeza apareça para transitar pelo processo de luto que acompanha as perdas importantes.
O problema aparece quando essas emoções negativas são muito intensas, quando estão presentes em grande parte do tempo e de forma muito frequente. Em outras palavras, as emoções negativas nos fazem mal quando não somos capazes de utilizar ao nosso favor a energia e a mensagem que elas transmitem. Se esse processo é custoso para nós, imagine para as crianças… É por esse motivo que elas precisam da nossa ajuda e da nossa paciência.
Tratando-se de crianças, também há alguns fatores de risco associados aos problemas de regulação emocional. Ter um temperamento difícil ou ser muito introvertido são dois desses fatores. Outros aspectos que podem causar problemas emocionais nas crianças podem ser baixa consciência, impulsividade, falta de eficiência, problemas de atenção, hiperatividade, grande insegurança ou déficit no processamento da informação.

O que aumenta o risco de problemas emocionais nas crianças?

As crianças que apresentam as características que acabamos de mencionar são mais vulneráveis quando falamos sobre ter ou não ter problemas de regulação emocional. Além disso, há outros fatores, tanto familiares quanto sociais e escolares, que podem fazer esse risco aumentar.
A família é uma parte fundamental na vida das crianças. Se em casa houver hostilidade e violência familiar, isso vai aumentar o sofrimento emocional dos pequenos. O desprezo e a rejeição também vão provocar esse sofrimento. Em relação aos pais, também há influência da falta de controle, da falta de consenso entre eles ou problemas legais, além de outras questões de tipo psiquiátrico.

“As crianças precisam ter muita paciência com os adultos.”

-Antoine de Saint-Exupéry-


No nível social, uma renda econômica baixa e a falta de recursos também influenciam.Em relação ao âmbito escolar, aparentemente colégios menores contribuem para uma melhor gestão das emoções. E também estão associados a um maior risco de problemas emocionais fatores como as expectativas negativas por parte de professores, a dimensão da participação escolar, o aprendizado não cooperativo ou o isolamento, e a rejeição por parte dos colegas.

Sinais que indicam possíveis problemas emocionais nas crianças

O fato de que as características que acabamos de especificar sejam fatores de risco significa que as crianças que as apresentam são mais propensas a ter problemas emocionais. Mas, preste atenção, é possível que uma criança apresente todas elas e não desenvolva nenhuma problema nesse sentido. A pergunta sobre essa questão é… como detectar essas características para ajudar as crianças que têm tais problemas?
Em primeiro lugar, pode ser que as crianças peçam ajuda se se sentirem mal, mas isso não é muito comum. Por isso, são os adultos que lidam com elas, tanto pais quanto professores, que precisam estar alerta em relação a um possível mal-estar emocional das crianças.
Para identificar, podemos observar uma série de sintomas em nível físico, como taquicardia, fadiga, náusea, boca seca ou tensão muscular. As crianças, nessas circunstâncias, costumam apresentar alguns comportamentos característicos, como isolamento, roer as unhas, chorar, gritar, quebrar coisas ou brigar frequentemente.

“Nunca é tarde para ter uma infância feliz.”

-Tom Robbins-


Por fim, é preciso estar atento aos pensamentos que a criança expressar. Esses pensamentos podem estar relacionados à ideia de contaminação, autocrítica, culpa e medo. Elas também podem apresentar uma imaginação mórbida ou podem ter dificuldades de gerar pensamentos alternativos. Além disso, podem se sentir constantemente bloqueadas ou não conseguir se concentrar. Tudo isso nos indica que a criança está realmente mal e… é o momento de procurar ajuda!





________________________ 65 - Minhas considerações


Qualquer mudança de comportamento social - na escola, em casa ou nas brincadeiras pode ser percebido como indicador de que há um problema - uma emoção contida ou exacerbada.  
É bom seguir de perto, a tudo o que acontece, nas várias fases de desenvolvimento.  Procurar ajuda especializada em tempo, é a melhor maneira de assegurar um processo saudável de crescimento.  Tudo o que não for trabalhado na infância, tende a se transportar para a vida adulta.
No caso dos adolescentes, aqueles que vão às festas alegres, mas voltam tristes, indício de que estão com dificuldade de relacionamento.










RE_EDIÇÃO __________________ DESEO











Yo quiero cinco minutos más ...
con los ojos cerrados para soñar!

¿Cómo se puede conformar el real y verdadero?
¿No es así?
Asimismo!

03/10/16

terça-feira, 3 de outubro de 2017









"O caminho do outro só pode ser percorrido por ele próprio , carregá - lo impedirá que ele conheça a trilha de volta à casa, impedirá as escolhas nas bifurcações, impedirá de apreciar a paisagem, impedirá o descanso à sombra da árvore escolhida, impedirá o respirar profundo .
Só o meu caminho me pertence , as pedras que tropecei e os pássaros que vi não serão os mesmos no caminho do outro."

By Maristela Kosinski

PSI ________________ 64 - Minhas considerações






Não existe pior prisão do que uma mente fechada







Carl Jung disse certa vez que “Todos nós nascemos originais e morremos cópias”. Ao analisar a frase de Jung à luz da contemporaneidade, poderíamos encontrar um enorme problema, uma vez que vivemos em um mundo regido sumariamente pela liberdade. Isto é, o fundamento maior da nossa sociedade é a liberdade, que se ramifica em diversos aspectos, desde o econômico até o comportamental. Entretanto, se olharmos com profundidade, perceberemos que essa estrutura de mundo “livre” existe tão somente no plano teórico e, assim, somos só reprodutores da ordem vigente ou simplesmente cópias, como argumenta Jung.
Obviamente, a nossa cosmovisão sofre influências externas, esse é um processo natural. Da mesma maneira que a vida em sociedade necessita de regras a fim de manter o convívio social dentro de certos limites éticos. Sendo assim, pensar no exercício da liberdade como algo ilimitado é impossível, já que todas as coisas possuem o seu contraponto e limitações. Apesar disso, a existência de pontos limitadores não implica a inexistência da liberdade e o condicionamento irrestrito a valores passados por uma ordem “superior”.
Todavia, é isso que tem acontecido, temos sido escravizados ou, lembrando o João Neto Pitta, “colonizados pelo pensamento alheio”. E pior, por uma ideologia extremamente nociva para nós enquanto seres humanos. Fomos reduzidos a estatística, na qual somos divididos entres os condicionados e os condicionáveis. Ou seja, não existe nessa estrutura a concepção de um ser livre, que exerce a capacidade de raciocínio e afeto para discernir sobre o que quer e deseja. Todos são domesticáveis em potencial.
Esse controle é feito por meio da conversão à sociedade de consumo e seus valores fundamentais, que reduz tudo a um valor mercadológico precário, rotativo e obsoleto. A mídia com todos os seus tentáculos está a serviço do grande capital, que não visa outra coisa a não ser a conversão de mais pessoas, contemplando o deus consumo em seu templo maior: os shoppings centers. Lugar de alegria, satisfação, preenchimento de vazios e liberdade irrestrita, pelo menos teoricamente ou midiaticamente. Mas, em um mundo regido também pelas aparências, pelo espetáculo, o importante não é o que é, e sim, o que aparenta ser, sobretudo, aos olhos dos outros.
Aliás, nesse esquema, não basta ter, é necessário parecer que tenha, expor, mostrar, iludir, ganhar aplausos, tapinhas nas costas, sorrisos falsos e olhar invejosos. Em outras palavras, é preciso confessar ao mundo que você é um vencedor, que é um bom filho de “Deus”, que é recompensado por seguir os seus preceitos, ir ao seu templo e contemplá-lo 24 horas por dia. E existem ferramentas muito úteis para isso, as redes sociais que o digam.


Esse controle é feito por meio da conversão à sociedade de consumo e seus valores fundamentais, que reduz tudo a um valor mercadológico precário, rotativo e obsoleto. A mídia com todos os seus tentáculos está a serviço do grande capital, que não visa outra coisa a não ser a conversão de mais pessoas, contemplando o deus consumo em seu templo maior: os shoppings centers. Lugar de alegria, satisfação, preenchimento de vazios e liberdade irrestrita, pelo menos teoricamente ou midiaticamente. Mas, em um mundo regido também pelas aparências, pelo espetáculo, o importante não é o que é, e sim, o que aparenta ser, sobretudo, aos olhos dos outros.Aliás, nesse esquema, não basta ter, é necessário parecer que tenha, expor, mostrar, iludir, ganhar aplausos, tapinhas nas costas, sorrisos falsos e olhar invejosos. Em outras palavras, é preciso confessar ao mundo que você é um vencedor, que é um bom filho de “Deus”, que é recompensado por seguir os seus preceitos, ir ao seu templo e contemplá-lo 24 horas por dia. E existem ferramentas muito úteis para isso, as redes sociais que o digam.
Toda essa teatralidade da vida cotidiana, montada com cortinas que nunca se fecham, é apresentada como verdade e nós — com nossa psique altamente fragilizada — a compramos com extrema facilidade. Para os mais duros na queda, nada que mil repetições não sejam capazes de construir, afinal, como disse Joseph Goebbels, ministro da propaganda na Alemanha Nazista: “Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade”.
Apesar disso, a grande maioria de nós não está revoltada com a sua condição, pelo contrário, aceitamos o jugo de bom grado. Ou pior, o buscamos. É claro que não possuímos o domínio das relações de força na sociedade, não controlamos as leis, o sistema jurídico, tampouco, a mídia. Somos “apenas” espectadores vorazes de uma batalha desigual e opressora. Entretanto, será que não há o que ser feito? Será que não existem alguns pontos de luz que tentam nos iluminar? Eu sei o quanto é difícil se libertar e quão alto é o preço que se paga pela liberdade. Mas de que adianta ter o conforto de uma vida “segura”, se é por meio dessa “segurança” que a servidão e os males decorrentes desta se tornam possíveis?
Como disse Rosa Luxemburgo: “Quem não se movimenta, não sente as correntes que o prendem”. É preciso, então, se movimentar, correr, gesticular, falar, até que o som das correntes seja insuportável e nós consigamos despertar de um sonho ridículo que apresenta um espetáculo celestial em meio a um inferno cercado de grades manchadas com sangue, suor e sofrimento. Se uma mente que se abre jamais volta ao tamanho original, a que se liberta jamais aceita retornar à prisão; porque por mais que as condições sejam adversas, o princípio da autonomia está dentro de nós, quando decidimos romper o medo de abrir os olhos e passamos a enxergar. Sendo assim, o cárcere não é criado do lado de fora, é criado do lado de dentro, já que a chave que prende é a mesma que liberta, pois não existe pior prisão do que uma mente fechada.
Por Erick Morais




64 - Minhas considerações _____________________



É a inconsciência que nos faz permanecer assim, seguindo como burro atrelado aos arreios, ou como ovelha em direção ao matadouro, sem questionar, porque nem sequer nos damos conta da manipulação imposta a nós.  Um aparente 'glamour', acena pra nós como a cenoura que faz o coelho correr.

Quem não se movimenta, além de não sentir o peso das correntes, mantém seus pés presos ao chão, que acabam por formar buracos no solo, cada vez mais profundos. 









‘UM OLHAR SOBRE O COMPORTAMENTO HUMANO’
41 –  O PEIXE









A bisavó cortava-lhe o rabo
e a avó também
... a mãe idem.

A moça quis saber o por quê.
Perguntou à mãe
que não sabia dizer!
A mãe perguntou à avó
e a avó não sabia o por quê!
A avó perguntou à bisavó
que à moça respondeu:

Por quê eu cortava o rabo do peixe?
Ora ...
porque minha assadeira era pequena!



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Não corte o rabo do peixe sem saber o por quê.

Quanta coisa cortamos, pra caber dentro de nossas ‘assadeiras’?
Comportamentos adquiridos, que hoje não têm a menor razão de serem repetidos!

O quanto perdemos de precioso?
No caso do rabo do peixe, tudo bem!
Mas em outros casos?
Podemos desprezar partes importantes pra se adequarem as nossas capacidades!

Da próxima vez pense, entre cortar o 'rabo do peixe' ou não,  procure uma assadeira 'maior'!



segunda-feira, 2 de outubro de 2017





SOY FLOR! ______________ 534




arte: agnes cecille



Yo florecí en tus manos 
porque era de mi essencia florir. 

En las manos de cualquier uno 
así como en el lodo, arena, agua o tierra.


El viço, lo brillo, los colores 
dependen de las circunstancias
 pero la fuerza nace
con la propia flor.


 Florecí no gracias a ti 
pero gracias a mí misma 
que soy flor!


domingo, 1 de outubro de 2017





O SER, O CONTROLE E A LOUCURA ___ 533








O 'controle' é uma entidade
que não se deixa possuir
com personalidade e necessidades.
Ele é o futuro
de muitas variáveis
com todas as suas nuances
de cor, som, sabor, cheiro
sentimento
e alternâncias de clima e tempo.
É reação à ação!

Tê-lo, significaria
ser dono de um poder único
não permitido aos mortais.
É isso que todo 'ser' almeja
estar sempre acima
brincar de deus.

O que imaginamos ter
é apenas um delírio passageiro
... uma ante-visão suposta ...
um passo em direção à loucura!

Só nos apercebemos disso
quando aceitamos abrir mão
do que nunca tivemos
mas que julgamos ter
e do que realmente éramos 
... loucos!