terça-feira, 4 de agosto de 2015

Dr. Beny: “Se depender de mim, meu neto não vai ver a cara de médicos”

[foto de Mário Henrique]

► Não é que o médico e cientista Beny Schmidt menospreze a medicina, mas ele acredita que saúde vai além do hospital: “É um estado de espírito”. O diretor e fundador do Laboratório de Patologia Neuromuscular da Escola Paulista de Medicina defende que “quando a gente vive com capricho, tem menos chance de adoecer”. O que explica a própria vida saudável, aos 56 anos: “O grande momento do avô é descobrir que seguiu o caminho certo”.

A primeira constatação do médico e cientista Beny Schmidt, quando se viu na condição de avô em 2014, com o nascimento de seu neto Luke Benjamin, foi sobre ele mesmo: Você pensa: ‘Puxa vida, estou com tantos anos’”. Otimista por natureza, não viu problema, e sim realização. “A melhor maneira de aproveitar a vida é na construção de uma família”, diz. Além disso, para ele, o lado bom de ser avô é voltar a brincar: “Tô tendo a alegria de brincar de novo com uma criança. E com isso a gente enxerga que também é criança ainda”.
O especialista recebeu o portal “avŏsidade em sua casa em Atibaia, numa tarde ensolarada de junho, para falar da sua visão profissional e pessoal sobre ser avô. Admitiu logo: “Gosto mais do aspecto lúdico da avosidade do que do aspecto educacional ou médico”. Até porque, para ele, o tema saúde tem mais a ver com estilo de vida do que com receitas e tratamentos: “Saúde não se compra na farmácia. Quando a gente vive com capricho, quando gosta do que faz, quando tem um amor, uma família, um netinho… Tem pouca chance de adoecer”...

Nenhum comentário:

Postar um comentário